O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky afirmou, neste sábado (24), que os ataques russos à usina de energia em Kiev, capital da Ucrânia, mostra que não deve haver atrasos no fornecimento de equipamentos de defesa aérea e que os acordos firmados com Trump em Davos devem ser integralmente implementados.
Zelensky e Trump se encontraram no Fórum Econômico Mundial na quinta-feira (22) e discutiram o apoio à defesa aérea da Ucrânia, embora posteriormente nenhum dos líderes tenha especificado o que foi acordado.
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Kiev, foi atacada, horas após o término das conversas trilaterais com os Estados Unidos e a Rússia destinadas a encerrar a guerra. O prefeito da cidade, Vitali Klitschko, disse que uma pessoa morreu na capital e quatro ficaram feridas, sendo que três delas estão recebendo tratamento em um hospital.
O ministro das Relações Exteriores da Ucrânia acusou o presidente russo, Vladimir Putin, no sábado, de ordenar “cinicamente” um ataque maciço com mísseis enquanto delegações da Ucrânia, Rússia e Estados Unidos estavam em Abu Dhabi para negociações de paz mediadas por Washington.
“Este ataque bárbaro prova mais uma vez que o lugar de Putin não é na mesa de negociações de paz, mas sim no banco dos réus do tribunal especial”, escreveu o ministro das Relações Exteriores, Andrii Sybiha, no X (antigo Twitter).
A Força Aérea da Ucrânia afirmou que a Rússia atacou o país com 375 drones e 21 mísseis. O prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, disse que uma pessoa morreu na capital e quatro ficaram feridas. Klitschko afirmou também que quase 6 mil prédios na capital ficaram sem aquecimento após a ofensiva russa. Na manhã de sábado (24), a temperatura em Kiev era de -12 graus Celsius.
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