Roberto de Carvalho falou com a CNN Brasil sobre a emoção de ver Rita Lee homenageada na Sapucaí pela Mocidade Independente de Padre Miguel, na segunda noite de desfiles do Grupo Especial do Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (16).
Já na concentração, pouco antes de entrar na avenida com a agremiação, no último carro alegórico ao lado de familiares e amigos, ele se lembrou do casamento com a cantora, que morreu em 2023, enquanto tratava um câncer no pulmão.
“Em primeiro lugar, eu quero te dizer que eu gostei de você ter falado marido e não viúvo, porque eu não me considero viúvo. Eu continuo me considerando marido e sempre vou me considerar marido”, disse.
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Ao comentar o que sente ao ver Rita sendo cantada por uma escola inteira, declarou: “Ah, meu coração é vibrante, profundo e se funde com o coração astral do qual a Rita está expondo nesse momento. A gente fica em batidas uníssonas e uniformes e que trazem a minha sensação de que ela está amando tudo isso que está acontecendo. Eu adoraria estar aqui em presença, porque impressionantemente ela está aqui.”
Sobre a essência transgressora da artista e a relação com o Carnaval, Roberto de Carvalho destacou que ela fez vários músicas ligadas à folia. “É perfeito. Inclusive a gente fez várias músicas de carnaval pelo fato dessa sintonia que a gente tinha com a música do carnaval, com a alegria do carnaval, com as cores, com as luzes, com a beleza. Tudo a ver.”.
Ao ser questionado sobre qual música imagina que Rita mais gostaria de ouvir ecoando na avenida, respondeu: “Não é uma música dela, mas é uma música em homenagem a ela, que é o Hino da Mocidade Independente do Padre Miguel.”
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