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Terça-feira, 10 de Marco de 2026

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Jovem de 21 anos é internado após introduzir cabo USB na uretra em busca de prazer s3xual

Caso registrado nos EUA mostra os perigos da chamada "sondagem uretral", prática que envolve inserção de objetos no canal urinário

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Por Gazeta Rondoniense
Jovem de 21 anos é internado após introduzir cabo USB na uretra em busca de prazer s3xual
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Um caso clínico publicado na edição de fevereiro da revista médica Cureus trouxe à tona uma prática pouco conhecida e altamente arriscada: a sondagem uretral , que consiste na introdução de objetos na uretra com finalidade s3xual . O relato, assinado por médicos da Faculdade de Medicina da Universidade Drexel (EUA), descreve o caso de um estudante universitário de 21 anos que buscou atendimento médico após não conseguir remover um cabo USB inserido em seu pênis.

O jovem relatou aos profissionais que não foi a primeira vez que praticou esse tipo de ato. Ele já havia usado anteriormente cotonetes, cabos de aço e outros instrumentos para estimulação s3xual. A intenção era obter sensações intensas através da estimulação do trato urinário — prática que, segundo especialistas, pode causar danos graves e até permanentes.

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A sondagem uretral não é amplamente estudada, mas casos como esse têm aparecido com certa frequência na literatura médica. Relatos anteriores incluem pacientes que introduziram garfos, fios de raquetes de tênis, fones de ouvido e até partes de animais , como uma cobra decapitada.

Apesar de os registros médicos envolverem principalmente homens , especialistas afirmam que essa prática pode ocorrer em qualquer gênero, embora seja mais comum entre homens cisgêneros devido à anatomia uretral mais longa, que permite maior sensação tátil.

Segundo os autores do estudo:

“A autoinserção de objetos na uretra por motivos sexuais ou outros é rara, mas pode causar danos sérios, como lacerações, infecções, estruturas anatômicas comprometidas e até perfurações que exigem cirurgias complexas.”

No caso do jovem, foi necessário realizar uma intervenção urológica para a retirada segura do objeto. Após o procedimento, ele recebeu orientações sobre os riscos envolvidos e encaminhamento para acompanhamento psicológico, já que há possibilidade de dependência ou compulsão ligada ao comportamento.

A equipe médica reforça a importância do diálogo aberto sobre práticas s3xuais alternativas e dos limites entre prazer e segurança. “É fundamental que as pessoas entendam que o corpo humano não foi projetado para receber objetos em vias naturais como a uretra. Qualquer prática incomum deve ser discutida com um profissional de saúde”, concluiu um dos médicos envolvidos no caso.

FONTE/CRÉDITOS: Admin User
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ALE RO
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